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PARLAMENTARES SOLIDARIZAM-SE COM CRIANÇAS COM HIDROCEFALIA

Depois do Hospital Kapalanga, o Grupo de Mulheres Parlamentares (GMP) estendeu à acção do "Natal Solidário" para o Centro de Tratamento de Crianças com Hidrocefalia, situado no Bairro Kifica, comuna do Benfica, município de Belas.

No local, as parlamentares percorreram as diversas áreas que compõem o centro, desde o banco de urgência, a unidade de cuidados intensivos, enfermaria, laboratório, bloco operatório, entre outras. Mas a presença das deputadas naquela unidade de saúde tinha um propósito ainda mais nobre, oferecer apoio emocional e assistência às crianças que nasceram com o acúmulo excessivo de líquido cefalorraquidiano dentro do crânio, manifestado por inchaço cerebral.

Para minimizar as dificuldades com que se debate o Centro de Tratamento de Crianças com Hidrocefalia e num gesto solidário, o GMP, representado pela Deputada Maria do Carmo do Nascimento, fez a doação de medicamentos, material hospitalar gastável, cadeiras de roda, equipamentos para realização de pequenas cirurgias, água mineral, leite, óleo, arroz, massa, açúcar, farinha de milho, brinquedos, etc.

“Tivemos a oportunidade de conhecer o trabalho árduo que esta equipa tem feito em prol da saúde das nossas crianças. Ficamos impressionadas com o número de pessoas que frequentam o centro em busca de soluções para o tratamento da hidrocefalia para reduzir e prevenir os danos cerebrais da doença”, referiu.

Sensibilizada com o que constatou durante a visita, a Presidente do Grupo de Mulheres Parlamentares manifestou total apoio aos técnicos de saúde do Centro de Tratamento de Hidrocefalia.

Vamos advogar junto das entidades competentes para que se preste maior atenção a este centro porque o serviço que presta a sociedade é imprescindível”, assegurou a Deputada Maria do Carmo do Nascimento.

O Director Clínico do Centro disse que a unidade sanitária atende mais de 15 pacientes por dia vindos de todos os pontos do país, e que a instituição enfrenta algumas dificuldades, principalmente a de falta de médicos suficiente para dar resposta a “enchente” que o hospital regista.
 

“Este é o único centro especializado para o tratamento desta doença, temos, por isso, enfrentado muitas dificuldades para responder satisfatoriamente aos casos que dão entrada, alguns em estado muito avançado”, realçou o médico.