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PAN APELA À UNIÃO POLÍTICA NO COMBATE À COVID-19

A intervenção do Presidente da Assembleia Nacional marcou a Sessão Solene de Abertura do último ano parlamentar nesta sexta-feira, dia em que os angolanos tomaram conhecimento sobre o Estado da Nação, na mensagem proferida pelo Chefe de Estado, João Lourenço.

Fernando da Piedade Dias dos Santos, no seu discurso de abertura, mostrou-se preocupado com as consequências que o país agora enfrenta fruto da pandemia da COVID-19 que deixou sequelas graves, não só à saúde física, mental e social, mas sobretudo das economias.

“Este é um grande desafio para o Executivo e para a Assembleia Nacional, que apela para juntos cooperarem para a busca das melhores soluções”, disse o líder parlamentar.

O político aproveitou a oportunidade para apelar aos deputados de todos os grupos parlamentares para a união nesta grande batalha que, se vencida, beneficiará a todos.

“Como aprendemos, é nos momentos de maior dificuldade que devemos unir forças e convocar sinergias para, conjuntamente, combatermos um inimigo comum, que são os efeitos nefastos desta pandemia”, relembrou o PAN.

Ao longo do seu discurso, Fernando da Piedade Dias dos Santos fez saber que a Casa das Leis dará seguimento do seu compromisso de promover os valores da tolerância, respeito mútuo e fraternidade, no interesse da paz e da reconciliação nacional.

No exercício das funções de controlo e fiscalização, o parlamento vai continuar o seu trabalho, dando tratamento aos diplomas que lhe serão apresentados, com destaque para o Orçamento Geral do Estado para o próximo ano.

O parlamentar agradeceu ainda o empenho pessoal do Presidente da República, João Lourenço, na conclusão da construção do Palácio da Assembleia Nacional.

“Com a recepção do edifício dos gabinetes dos deputados, hoje temos melhoradas as condições de trabalho”,afirmou.

À guisa de conclusão, o representante do povo, em nome de todos os parlamentares, reiterou a disponibilidade dos deputados tudo fazerem para que a mantenha sólida a relação de cooperação e a interdependência institucional com os demais órgãos de soberania, na consecução dos mais nobres interesses da Nação.